É Coisa de pai! A brincadeira de dia dos pais da Gazeta FM

Tem uma boa história com o seu pai? Ela pode render R$ 1.000!
Conte pra gente um momento divertido, uma mania inesquecível ou uma situação engraçada que você viveu com seu pai.
Uma comissão julgadora vai escolher as 15 histórias mais criativas, e cada uma delas vai ganhar um cartão pré-pago de R$ 1.000.
Inscrições: de 20 de julho a 9 de agosto de 2026.
Os contemplados serão anunciados todos os dias a partir do dia 26 de julho, às 13h, na programação da Gazeta FM e nos nossos canais digitais.
Agora é a sua vez! Conte a sua história e participe.
É show… é promoção… tá na Gazeta! 🧡
GANHADORES:
26/7: Milena de Lima Couvo – Vila Rica, Zona Leste | Relato: “Era uma quinta-feira. Cheguei do trabalho e estranhei que meu pai não estava em casa. Minha mãe já veio perguntar se eu tinha notícias dele, mas eu não fazia ideia de onde ele poderia estar. Tomei banho, jantei, fui assistir TV e já estava indo deitar quando recebi uma ligação de um número desconhecido. Atendi achando que era trote… mas não era! Pedi para ligarem no celular do meu pai e confirmaram: ele estava em uma casa noturna. O dinheiro acabou, ele não conseguiu pagar a garota… enfim! Fui buscá-lo com uma amiga. Chegando lá, encontrei meu pai sentado, debruçado sobre uma mesa, com a chave do carro na frente dele. Paguei a dívida, resolvi toda a situação, coloquei ele no carro e fomos embora. Quando chegamos em casa, falei para a minha mãe que ele estava na casa de um amigo! Hahaha! Meu pai é maravilhoso. Amo ele independentemente de tudo. É o meu pai, meu primeiro amor, meu homem, meu tudo, minha honra e glória!”
27/7: Anderson Vicente Da Silva – Jardim Santa Terezinha, Zona Leste | Relato: “Quando eu tinha uns 15 anos, ia à feira com o meu pai. Toda vez que ele via alguém vindo na nossa direção… ele soltava um pum e colocava a culpa em mim! Eu morria de vergonha! E o pior: ainda mandava eu tomar vergonha na cara, acredita? Eu queria era um buraco pra me esconder! Hahaha! Mas faz parte, né? São essas histórias engraçadas que a gente vive ao lado dos nossos pais e que acabam virando lembranças especiais.”
28/7: Ruan Oliveira Martins – Jabaquara, Zona Sul | Relato: “Bom dia, Gazeta! hoje meu pai está longe, mas eu nunca esqueço dessa história. a gente estava indo de moto para a roça, na bahia, e ele resolveu pilotar. eu já fiquei desconfiado, porque ele nunca foi muito bom no guidão. no dia anterior tinha chovido e a estrada estava cheia de poças com uma camada fina de lama. eu ainda avisei: ‘pai, não passa acelerando aí, não!’ Mas foi a mesma coisa que falar com uma parede. ele acelerou… e nós dois fomos direto para a lama! hahaha! na hora, não teve jeito, eu dei muita risada. até hoje essa lembrança rende boas gargalhadas. obrigado, Gazeta!”
29/7: César Coletti – Vila Clementino, Zona Sul | Relato: “Uns anos atrás, fui com meu pai ao banco da nossa cidade fazer um saque. Depois, resolvemos aproveitar e passar no supermercado para comprar carne. Estávamos lá no fundo do mercado quando, de repente, anunciaram um assalto na entrada! Na mesma hora, eu e meu pai nos olhamos e pensamos exatamente a mesma coisa. Ele estava com todo o dinheiro que tínhamos acabado de sacar, e eu com o celular e tudo mais. Sem falar uma palavra, começamos a esconder tudo nas prateleiras! O dinheiro foi parar nas caixas de ovos e o celular ficou escondido atrás dos pacotes de café. Quando os assaltantes chegaram perto da gente, nem precisamos combinar. Só falamos: ‘nossa, a gente só veio comprar pão… Só temos r$ 10.’ eles pegaram os r$ 10 e foram embora. Assim que tudo acabou, corremos para as prateleiras, pegamos tudo de volta e saímos do mercado morrendo de rir da situação. Até hoje essa história rende boas gargalhadas!”
30/7: Nayara Silva De Souza – Vila Albertina, Zona Norte | Relato: “São muitas histórias! Meu pai é muito bem-humorado e a pessoa mais ‘de bem com a vida’ que eu conheço. Eu tenho uma irmã gêmea e, quando a gente era bebê, aconteceu uma situação engraçadíssima. Meu pai acabou dando mamadeira duas vezes para uma de nós e deixou a outra sem! As duas começaram a chorar sem parar e meus pais correram para o hospital. Chegando lá, o médico matou a charada: ‘uma bebê está chorando porque comeu demais… E a outra está chorando de fome, quase engolindo o palito!’ hahaha! E não para por aí. Eu e minha irmã fomos dançarinas e, certa vez, meu pai se vestiu de tartaruga para participar de um programa de tv. No meio da apresentação, ele quase caiu ao vivo! São tantas histórias que daria para passar o dia contando. Meu pai é o melhor do mundo. Se eu tivesse mil vidas, escolheria ele como meu pai em todas elas.”
31/7: Kelly Cristina Nobre Vilela – Cotia, Zona Oeste | Relato: “A mania do meu papis lindo e poderoso é inacreditável! Todo santo dia ele toma banho com um sabonete novinho. Isso mesmo: ele gasta um sabonete inteiro em um único banho! Podem acreditar! Hahaha! Minha mãe já faz a compra do mês pensando nisso: são cerca de 30 sabonetes só pra ele, e mais alguns para ela e para o meu irmão. Desde que me entendo por gente é assim. Um banho… Um sabonete. Esse é o meu pai! Kkk beijos!”
01/8: Denise De Matos – Itaquaquecetuba, Zona Leste | Relato: “Meu pai não gostava de usar cueca. Isso aconteceu há 25 anos, em uma comemoração de fim de ano, na ceia de Natal na casa da minha tia. Meu pai bebeu muito e foi brincar com o cachorro dela. A casa estava cheia de convidados para a ceia de Natal. O cachorro puxou a calça do meu pai. 🤣 Os convidados não sabiam se riam ou se viravam o rosto. Nossa, foi muito engraçado! Quando o cachorro puxou a calça do meu pai, deu para ver tudo. 😂🤣🤣 Até hoje, nas comemorações de família, todo mundo lembra dessa história e dá muitas gargalhadas. Foi nesse dia que a família inteira descobriu que ele não gostava de usar cueca!”
02/8: Leandro Souza Martins – São Bernardo Do Campo | Relato: “Em 1997, eu e meu pai fomos ao show do Zezé Di Camargo & Luciano, em Marília, no interior de São Paulo. Viajamos horas até chegar ao local. Meu pai foi todo a caráter, com camiseta e calça da dupla. Estávamos superempolgados! Mas, quando chegamos na bilheteria, percebemos que tínhamos esquecido o principal: os ingressos! 😂 E aí? Estávamos sem dinheiro, sem cartão, só com o valor da passagem e para comer alguma coisa. Conclusão: curtimos o show do lado de fora. Meu pai ficou todo triste, e eu passei a noite tentando animá-lo. Foi uma história que nunca mais esquecemos!”
03/8: Eliane Dos Santos – Parada De Taipas, Zona Norte | Relato: “Quando eu e meus irmãos éramos pequenos, meu pai resolveu fazer um balanço no pé de abacate que tinha do lado de casa. Ele pegou um cabo, montou o balanço e falou que alguém tinha que ser o primeiro a testar. Ninguém quis, porque todo mundo estava com medo. Aí ele disse: ‘Vai, Li, me empurra!’ Fui lá e empurrei uma, duas vezes… na terceira, o balanço arrebentou e meu pai saiu voando barranco abaixo! 😂 Nós rimos demais naquele dia. Até ele não aguentou e acabou dando risada também, mesmo todo ralado. Até hoje ele lembra dessa presepada! Depois ele viu que tinha feito o balanço errado, foi comprar uma corda de verdade e montou outro. Mesmo assim, ninguém queria ir primeiro. Aí ele testou de novo e, dessa vez, deu certo! ☺️”
04/8: Bruna Silva – São Mateus, Zona Leste | Relato: “Quando eu era criança, meu pai era quem me arrumava para ir à escola, e isso sempre rendia boas histórias. Era uma verdadeira missão fazer meu rabo de cavalo, porque nunca ficava no lugar certo. E, para completar, eu vivia com piolho. A solução genial que ele encontrou foi encher meu cabelo com aquele gel com brilho das Superpoderosas, para disfarçar. Mas ele passava tanto, tanto gel, que minha cabeça parecia um céu estrelado de tanto brilho! Hahaha! Na cabeça dele, eu estava prontíssima para arrasar na escola. Hoje, quando lembro dessas cenas, só consigo rir. São essas pequenas lembranças que tornam a infância tão especial.”
05/8: Vanessa Navarro – Osasco, Zona Oeste | Relato: “Não sei como é o pai de vocês, mas o meu, o senhor Hudson, é uma comédia! Hahaha! Ele tem um coração enorme, mas tem uma mania engraçada: tudo o que eu tenho, ele também tem. Se eu estou com dor de cabeça, a dele também começa a doer. Se eu acordei com azia, pode ter certeza que ele acordou igual. Se o meu cabelo está com frizz… o dele também precisa de uma progressiva! 😂 Um dia resolvi brincar e falei: ‘Pai, estou grávida.’ Ele ficou em silêncio. Eu esperei a resposta… e nada. Ficamos nos olhando até cairmos na risada. Era brincadeira, mas eu estava esperando ele dizer que também estava grávido! Hahahaha!”
06/8: William Florentino De Lima – Jardim Peri, Zona Norte | Relato: “Uma cena hilária que eu nunca esqueço foi quando um amigo do meu pai foi nos visitar lá em casa e os dois resolveram tomar uma cachaça. Foi nessa hora que eu aprontei! Troquei o copo de cachaça por um copo de água. Quando o amigo do meu pai foi dar o primeiro gole, já cuspiu na hora e falou: ‘Ei, meu amigo! Isso aqui é água!’ Kkkkk! Todo mundo caiu na risada… menos o meu pai. A brincadeira terminou comigo indo dormir de couro quente! Valeu, Gazeta, a Primeira!”
07/8: Viviane Monteiro Cristine – Vila Emir, Zona Sul | Relato: “Bom dia, galera da Gazetaaaa! Meu nome é Viviane e eu tenho um paizão de quem morro de orgulho. Ele é muito batalhador. Todos os dias, quando está voltando do trabalho, ele me liga e a gente fica conversando sobre tudo um pouco. Aí, num certo dia, no meio da conversa, ele perguntou: ‘Viiiii, você tem pique?’ Eu respondi: ‘Não, pai… hoje estou cansada, trabalhei demais.’ Mas ele insistiu: ‘Vi, você tem pique?’ E eu: ‘Não, pai, hoje eu tô morta!’ Aí ele falou: ‘Não é isso que eu quero dizer!’ Eu perguntei: ‘Então o que é?’ E ele respondeu: ‘Quero te mandar um dinheirinho!’ Foi aí que caiu a ficha… ele queria dizer PIX e falou PIQUE! Kkkkkkkkk! Eu não aguentei de tanto rir! Amo vocês da Gazeta!”
08/8: Gabriel Vilas Da Cruz – Ermelino Matarazzo, Zona Leste | Relato: “Bom, a minha infância com o meu pai sempre foi baseada em futebol. Onde ele estava, eu estava junto, igual uma sombra! Kkkk. Até que um dia ele foi jogar um festival em um campo que tinha umas quadras de futebol ao lado. Eu saí para brincar com meus amigos e, até aí, tudo bem. Quando deu umas seis da tarde, cadê meu pai? Ele tinha ido embora para casa e só quando chegou lá percebeu: ‘Cadê o Gabriel?’ Kkkkk! Voltou correndo para me buscar, e eu estava lá, chorando, com uns amigos dele. No caminho, ele só pediu uma coisa: ‘Não conta pra sua mãe! Vamos dizer que só nos atrasamos.’ Hahaha! Naquele dia ganhei um monte de presentes! Depois disso, ele nunca mais me esqueceu em lugar nenhum. Até hoje a gente senta, lembra dessa história e dá muita risada!”
09/8: Eliete Gosmes Martins – Grajaú, Zona Sul | Relato: “Meu pai gostava de tomar umas e outras. Então, no dia do meu casamento, eu estava preocupada, porque seria ele quem entraria comigo na igreja. Fiquei tão receosa que até pedi para um tio ficar de prontidão, caso meu pai não estivesse em condições. Vocês me entendem, né? Kkkkk! Passei o dia inteiro de olho nele, levando meu pai para todo lugar comigo, só para evitar que ele bebesse. Mas, na hora em que fui para o salão me arrumar, não teve jeito. Quando ele foi me buscar para entrar na igreja, percebi que já tinha tomado uma. Ele sempre foi muito alegre, mas naquele dia estava um pouquinho mais! 😂 Quando ele me deu o braço, eu agarrei tão forte que não soltava por nada. Toda vez que ele saía do tapete, eu puxava discretamente de volta. Só que ele resolveu quebrar toda a tradição! Em vez de entrar sério com a noiva, parecia um candidato político em campanha: acenava para todo mundo, dava tchau, mandava beijo… Hahaha! Até hoje, quando assisto ao vídeo, dou muita risada. Na hora eu fiquei séria e nervosa, mas, graças a Deus, no fim deu tudo certo!”